Mistério na eleição da FPF: ‘assinaturas fantasmas’ e falta de transparência marcam antecipação do pleito

Existem essas assinaturas? De fato, 3/4 dos clubes assinaram? Com a palavra, a presidente Michelle Ramalho

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A eleição da Federação Paraibana de Futebol (FPF) foi antecipada para o dia 23 de maio, numa articulação da atual presidente Michelle Ramalho. Conforme o estatuto, é preciso 3/4 de assinatura dos times filiados à entidade para convocar a antecipação do pleito que decide uma nova presidência.

No dia 19 de abril, um edital foi publicado no jornal A União para o chamamento da assembleia eleitoral da FPF. “Atendendo ao requerimento formulado por mais de 3/4 do colégio eleitoral, nos termos do art. 21, parágrafo 25, e nos termos do art. 21, parágrafo 11, ambos do Estatuto em vigor”, versa parte do edital, assinado pela atual presidente Michelle Ramalho.

Eis que vem a questão: quais seriam esses clubes? Quem assinou antes do dia 19 de abril? Nem no edital, muito menos no site da instituição, há explicitado o requerimento assinado pelos clubes. Ação que denota uma clara falta de transparência.

Naturalmente, a partir do entendimento básico do procedimento jurídico-eleitoral, é necessário obter as assinaturas dos clubes primeiramente, para só em seguida, com posse do requerimento, haver a publicação do edital.

Existem essas assinaturas? De fato, 3/4 dos clubes assinaram? Com a palavra, a presidente Michelle Ramalho.

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