Irmãos Cartaxo querem “barrar” o Largo de Tambaú que eles mesmo projetaram; por quê?

Piso utilizado na obra não suportaria a passagem de carros? Mesmo com o projeto da gestão Cartaxo colocando o piso para passagem de pedestres e carros. Qual o porém?

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Os irmãos Cartaxo, Luciano e Lucélio, de uma hora para outra se mostraram muito preocupados com o Largo de Tambaú, ou melhor, com a adequação ao projeto original que o então prefeito Luciano Cartaxo aprovou e “executou” no local. Após estudos e consulta aos moradores e comerciantes locais, a atual gestão resolveu adequar o projeto do Largo.

Ao bem da verdade, não é adequar, já que não trata-se de uma modificação, é ser fiel ao modelo de Largo de Tambaú projetado pelo próprio Luciano Cartaxo. Obra que teve investimento de R$ 2,7 milhões, e fez parte do conjunto de obras em comemoração pelos 435 anos da Capital.

Com uma certa desfaçatez, eles pregam que a preocupação é com o lazer do povo pessoense. Afinal, eles prezam pela boa prática turística da população, como quando derrubaram diversas árvores, deixaram ao léu os Parques Parahyba ou esgotos a céu aberto direto no mar, entre outros “cuidados”.

Ou ainda melhor: será que é aquele cuidado “peculiar” que tiveram com a Lagoa? Aquele zelo de tirar milhares de toneladas que os caminhões sequer eram capazes de suportar, mas que pagaram por eles.

Porém, o ponto é: por quê essa preocupação agora?

O piso utilizado na obra não suportaria a passagem de carros? Mesmo com o projeto da gestão Cartaxo colocando o piso para passagem de pedestres e carros.

Será que o material contratado seria um, e o utilizado na obra seria outro? Talvez mais barato? Mais caro? Preços diferentes?

Qual o temor por parte dos Cartaxo para que não haja passagem de veículos no Largo de Tambaú?

O argumento de preocupação com o lazer do pessoense não cola tanto, a população já sabe. Seria a oposição cega e desnecessária? Essa ação parte para o desespero político às vésperas de uma eleição que pode jogar a última pá de cal nos Cartaxo. Ou seria o medo por alguma questão “extra-contrato” da obra?

Só o tempo dirá. Por ora, o que não cola é o zelo repentino por algo que eles mesmo criaram. Não dá para desprezar o bebê Rosemary que você próprio pariu. Quem pariu e bateu, que balance.

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