FPF em ano eleitoral: Michelle Ramalho faz vista grossa para punição a clube que perdeu por W.O.

Futebol paraibano que já foi manchete de veículos nacionais, pelo jeito, flerta novamente com escândalos no esporte

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A partida de abertura do Campeonato Paraibano 2022 entre Campinense e Nacional de Patos, no dia 4 de fevereiro, terminou em W.O. favorável à Raposa. E suscitou um dos variados casos de vista grossa da gestão Michelle Ramalho à frente da Federação Paraibana de Futebol (FPF) com relação ao regulamento da competição.

Não há no regulamento do Paraibano deste ano, que inclusive está fora do ar no site da FPF, dispositivo que trate explicitamente sobre punições aos clubes que perderem por não comparecimento nas partidas – o que gera W.O. -, entretanto no último artigo do regulamento aponta que casos omissões no documento regimental do campeonato serão decididos a partir de dispositivos da Confederação Brasileira de Futebol.

“Art. 47 – A Diretoria/FPF expedirá normas e instruções complementares que se fizerem necessárias à execução do presente Regulamento, e os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria/FPF em concordância ao RGC/CBF”, diz trecho do regulamento 2022.

No artigo 57 do Regulamento Geral de Competições, da CBF, ao qual a FPF subordinou-se, consta no parágrafo 5: “em competição ou fase de caráter eliminatório, o Clube que perder qualquer das partidas por W.O. será desclassificado da competição, classificando-se o Clube adversário para a fase subsequente”.

Portanto, caberia punição ao Nacional de Patos por conta da derrota por W.O., mas ao que parece Michelle fez vista grossa, já que é ano de eleição na FPF.

O futebol paraibano que já foi manchete de veículos nacionais, pelo jeito, flerta novamente com escândalos no esporte.

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